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Economia

Presidente da AICCOPN reconhece atrasos nas obras públicas mas espera “normalização”

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O presidente da Câmara de Famalicão, Mário Passos, reuniu, esta quarta-feira, com o presidente da Associação dos Indústrias da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN) e da Confederação Portuguesa de Construção e Imobiliário, Manuel Reis Campos, no sentido de aferir do estado em que se encontra o setor

“Quis perceber com o responsável pelo setor em Portugal se o problema com a revisão de preços das obras públicas e com os atrasos era um exclusivo de Famalicão e percebi que a situação é conjuntural e afeta todo o país”, referiu Mário passos, aos jornalistas, no final de reunião.

O edil adiantou ainda que a revisão de preços é uma obrigação legal e que ficou a saber que o atraso verificado com as obras de renovação do centro urbano em Famalicão, “não é tão expressivo como em outras situações nacionais”.

Precisamente, Manuel Reis Campos, também em declarações aos jornalistas, referiu que “é fatal que exista um impacto real no andamento e nos preços das obras públicas tendo em conta o trajeto que o setor viveu e vive atualmente”, concretamente a escassez e aumento de preços dos materiais e a falta de mão-de-obra.

O presidente da AICCOPN reconhece, assim, as dificuldades que o sector atravessa, mas acredita que a construção civil dará a resposta adequada aos desafios do país com o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e com o Portugal 2030.  “Acreditamos que a questão dos materiais caminha para a normalização e que as empresas saberão estar à altura e adaptar-se à oportunidade que os fundos comunitários irão proporcionar ao país”, afirmou o responsável.

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