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Caso aulas de Cidadania: Ministro diz que é preciso preservar percurso escolar dos dois irmãos

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“Todos os alunos devem estar na escola, a cumprir o currículo da escola”. Foram estas as palavras do ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, questionado hoje, em entrevista à Renascença, sobre o caso dos dois irmãos de Famalicão que não frequentaram as aulas de Cidadania, por oposição dos pais.

O governante lembrou que o caso “está nas mãos de um tribunal”, neste caso, o Tribunal Administrativo de Braga, mas também referiu que é conhecida a posição do Ministério: “a Cidadania e Desenvolvimento é uma disciplina de corpo inteiro, como são todas as outras”.

Para o titular da pasta da Educação, “acima de tudo, neste momento, é importante preservar o percurso escolar destas crianças”, que, como todas as outras”, “têm de continuar na escola, independentemente das opiniões dos seus pais ou mesmo daquilo que os seus pais acreditam com veemência, e independentemente de estarmos ou não de acordo com a opinião desses pais, seja como cidadãos, seja como governantes”.

Refira-se que os dois irmãos, de 12 e 14 anos, alunos do Agrupamento de Escolas Camilo castelo Branco faltaram às aulas da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento ao longo de dois anos letivos, por oposição dos progenitores, que se queixam dos conteúdos curriculares.

O caso motivou uma ampla discussão pública sobre o assunto, em 2019, quando os referidos alunos foram dados como chumbados nos respetivos anos letivos por faltas não justificadas.

Já em setembro de 2020, os alunos acabariam por passar “provisoriamente” de ano, até decisão final do Tribunal Administrativo de Braga à providência cautelar interposta pelos pais.

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