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Coligação faz balanço “fantástico” de um ano de mandato de Mário Passos

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“Prestação fantástica”. É este o balanço que a coligação PSD/CDS-PP fez, na última segunda-feira, de um ano de mandato de Mário Passos e da sua equipa.

Recorde-se que no dia 26 de setembro fez exatamente um ano que Mário Passos venceu as eleições autárquicas em Famalicão.

Para assinalar a data, numa conferência de imprensa, que decorreu no Teatro Narciso Ferreira, em Riba d’Ave, na presença de militantes, autarcas e líderes concelhios e distritais dos dois partidos, destacaram-se os doze meses “de trabalho sério, dedicado e estimulante”.

A integração, o ambiente e a energia, a educação, os transportes, a economia e o empreendedorismo, a reabilitação urbana, a mobilidade sustentável, a habitação, a juventude, a saúde, a proteção civil, o desporto e cultura e as freguesias foram as áreas destacadas pelo vice-presidente do PSD, Jorge Paulo Oliveira, que apresentou o somatório de um ano de medidas autárquicas, para garantir que, “a par do que tem acontecido”, esta equipa “vai continuar a construir o futuro de Famalicão”.

Este, aliás, foi um dos pontos fortes do encontro com os jornalistas, já que foi aproveitado para reiterar o compromisso e a aliança entre os dois partidos, que começou em dezembro de 2001.

“Vamos continuar a trabalhar com afinco, determinação e ambição e com sentido de enorme responsabilidade”, afiançou Jorge Paulo Oliveira.

“Coligação vai continuar por muitos anos”

Fernando Costa, presidente da Comissão Política do PSD, no final, em declarações aos jornalistas, deixou claro que a coligação com o CDS-PP, que já vem de 1996 “vai continuar por muitos, muitos anos, ou não fosse este um percurso saldado pelo desenvolvimento do concelho de Vila Nova de Famalicão”.

Sobre o primeiro ano, o líder do PSD sublinhou a “prestação fantástica” da equipa autárquica, apesar das dificuldades trazidas pela pandemia e a guerra, que levaram à inflação.

Apesar deste “período de muita exigência”, os partidos da coligação consideram que o poder autárquico soube estar à altura do desafio, e que “o futuro dos famalicenses nunca foi suspenso”.

No ano de mandato, Fernando Costa admite que há fatores que se destacaram pela negativa, nomeadamente a morosidade das obras no centro da cidade, que trouxeram diversos constrangimentos, mas que é reflexo, defendeu, do que se passa no resto do país.

Com os olhos postos nos próximos anos, e mesmo nas autárquicas de 2025, a coligação “Mais Ação, Mais Famalicão”, já apontou o foco para o que considera prioritário. Assim, a escolha do Teatro Narciso Ferreira não foi um acaso, já que um dos objetivos é reconquistar a vila de Riba d’Ave, perdida para o PS nas autárquicas do ano passado.

Antes disso, e nos próximos três anos de liderança de Mário Passos, a aposta será nas pessoas. Fernando Costa defendeu que os autarcas têm que disponibilizar os seus recursos “mais para a pare humana e menos para as obras”. “Teremos que nos adaptar às necessidades”, referiu.

Da parte do CDS-PP, o balanço deste primeiro ano é também positivo. O líder do partido sublinha a parceria de sucesso, deixando, também ele, claro que é para continuar.

“Os resultados falam por si. Se ao longo destes mais de 20 anos a coligação mereceu o voto de confiança dos famalicenses é porque os famalicenses se revêm neste projeto”, sublinhou Hélder Pereira.

Concordando com Fernando Costa, o líder centrista referiu “que em primeiro lugar estarão sempre as pessoas, e que as obras ficarão em segundo plano”.

Aliás, Hélder Pereira fez questão de referir que este é um trabalho que já tem vindo a ser feito pela coligação, ou seja, “responder às necessidades das pessoas”. “Em 2013 a coligação o criou uma bolsa de 50 milhões de euros para responder a problemas sociais. Na pandemia, o município de Famalicão muitas vezes substituiu-se às competências do Estado e, portanto, é isto que devemos ter em atenção”.

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