Famalicão
Água poluída e pedras soltas: Parque 1º de Maio continua a gerar críticas
Apesar das várias denúncias, no passado mês de junho, que expuseram a poluição e a presença de aves mortas no Parque 1º de Maio, a situação no local permanece longe de estar resolvida. Passados mais de três meses, os lagos mantêm-se secos ou poluídos, o pavimento apresenta estragos evidentes e a comunidade famalicense continua a aguardar respostas da autarquia.

O cenário num dos locais que marcou gerações e que outrora servia de ponto de encontro para os passeios das famílias famalicenses está irreconhecível. Há meses que os lagos se encontram secos e a pouca água acumulada permanece visivelmente insalubre. Os emblemáticos patos, que constituíam uma das maiores atrações do parque, desapareceram do local. Atualmente, a atenção dos frequentadores centra-se sobretudo nas pombas, cuja falta de pontos de água potável tem alimentado continuados reparos e alertas por parte da população nas redes sociais.
A par do estado dos lagos, também o pavimento mostra claros sinais de desgaste e pedras soltas.

Limpeza efetuada, mas requalificação prometida tarda em avançar
Recorde-se que, no passado mês de junho, aquando da reportagem do Opinião Pública, o município famalicense adiantou que os serviços municipais iriam proceder à limpeza e manutenção do espaço e que estava a ser ultimada uma intervenção de fundo para a requalificação do conjunto de lagos.
Embora a remoção dos cadáveres das aves e a limpeza inicial tenham sido concretizadas na sequência das denúncias, o plano de requalificação global ainda não é conhecido.

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