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Famalicão

Câmara reúne para aprovar Orçamento de 133 milhões de euros para 2022

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Um Plano e Orçamento responsável, que responde às necessidades e ambições de Vila Nova de Famalicão e dos Famalicenses, que procura garantir respostas à pandemia, que protege o ambiente e as pessoas, que potencia a economia e o emprego”. É desta forma que o Presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Mário Passos, apresenta  as Grandes Opções do Plano e Orçamento 2022, que o Executivo Municipal analisa esta terça-feira à tarde, em reunião extraordinária. 

O Orçamento do Município para o próximo ano é de 133 milhões de euros e, segundo a autarquia, a grande nota de destaque vai para a maior fatia de sempre reservada em orçamento  para os Transportes.

“O próximo ano marca o início da mudança de paradigma no transporte público concelhio”, explica Mário Passos, referindo-se ao arranque do projeto Mobi.Ave, onde Famalicão prevê investir 54 milhões de euros nos próximos oitos anos para garantir um eficiente serviço público de transportes rodoviários de passageiros no concelho, através de uma nova rede intermunicipal desenhada entre os municípios de Famalicão, Trofa e Santo Tirso.

Outra das notas em destaque merece o setor da educação que reclama para si 5,8 milhões de euros, mais 1,4 milhões do que no ano passado. 

Solidariedade, Desporto, Ambiente, Sustentabilidade, Cultura, Saúde e Economia mantêm-se também como apostas fortes do executivo.

“É um documento ambicioso, assente, por um lado, numa linha de continuidade para com um modelo de gestão que posicionou Famalicão como um município exemplo nos mais variados domínios e, por outro lado, enquadrado no contexto da abertura do novo ciclo da gestão autárquica”, afirma o edil famalicense. “Este é, neste momento, o instrumento que oferece futuro a Famalicão”, acrescenta.

Mário Passos não esquece a circunstância pandémica que vivemos e assegura que o Orçamento e a sustentabilidade financeira do município garantem margem de gestão para as respostas que vierem a ser necessárias. “Ninguém sabe o que aí vem, mas estaremos preparados para debelar o inesperado, com abertura orçamental para acudir às situações que vierem a ser impostas pelo tempo”.

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