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Sociedade

Famalicão: Lusíada celebra Dia da Universidade com famílias e comunidade

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A Universidade Lusíada de Vila Nova de Famalicão celebrou, no passado sábado, 16 de maio, mais um Dia da Universidade. As celebrações juntaram recém-diplomados, familiares, docentes e responsáveis da instituição num dia dedicado a assinalar não só a conclusão de um ciclo académico, mas também a resiliência, a disciplina e os objetivos alcançados pelos estudantes.

As atividades tiveram início com a habitual missa de ação de graças, que foi presidida pelo bispo auxiliar de Braga, D. Nélio Pita. Seguiu-se a sessão solene no salão nobre da academia, que voltou a encher-se para a entrega das cartas de curso aos diplomados do ano letivo 2024/2025, bem como para a atribuição dos prémios de mérito académico aos alunos mais bem classificados de cada curso.

Um momento de união e prestígio

Para Gonçalo Veloso, representante da associação de estudantes, este “é um momento que nos aproxima a todos enquanto comunidade”. O estudante sublinhou o impacto da cerimónia na comunidade académica, referindo que o dia serve também de reflexão sobre o percurso dos graduados do ano letivo anterior. “É um dia especial para eles, com a entrega das cartas, é um dia especial para nós, associação, para também mostrarmos que estamos cá para eles, para com os docentes e os não docentes”, afirmou, destacando o “alto prestígio” que a data acarreta.

O exemplo de sucesso de Armandina Silva

A cerimónia contou ainda com a presença e o testemunho de Armandina Silva, convidada para partilhar a sua experiência enquanto antiga aluna e o seu percurso profissional, iniciado precisamente na Universidade Lusíada com a licenciatura em Contabilidade. Atualmente a integrar o Conselho de Administração da Fundação Cupertino de Miranda, a antiga estudante serviu de inspiração para os novos licenciados.

Visivelmente honrada com o convite, Armandina Silva recordou que cumpre “precisamente 30 anos” desde que recebeu a sua própria carta de curso e desde que a Fundação Cupertino de Miranda — entidade que ali representava — atribuiu o prémio ao melhor aluno da Universidade Lusíada de Famalicão.

Classificando os tempos de estudante como “momentos de ouro”, sublinhou que a passagem pela instituição foi marcada por “uma abordagem muito intensa” e por uma forte preparação que permitiu aos antigos colegas singrarem nas mais diversas áreas e lugares. “A universidade dá-nos as ferramentas, mas depois também depende de nós fazermos o nosso percurso”, aconselhou.

Aprender perante a mudança

O encerramento e as perspetivas de futuro estiveram em foco com a intervenção de José Matos Correia, Vice-Chanceler da Universidade Lusíada que alertou para a necessidade de os novos licenciados irem além do conhecimento teórico acumulado. Num contexto em que o mundo evolui a uma velocidade sem precedentes, o responsável defendeu que a prioridade deve ser dotar os cidadãos de pensamento crítico e versatilidade.

“O que é preciso é que as pessoas tenham as ferramentas necessárias para olhar para as realidades que encontram e sejam capazes de ir buscar respostas naquilo que aprenderam na universidade”, vincou José Matos Correia. Para o responsável da instituição, mais importante do que o conhecimento isolado é “a capacidade de aprender, a capacidade de raciocinar, a capacidade de aplicar ao dia a dia os métodos de ensino”.

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