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Secretário de Estado da Saúde anuncia 3,6 milhões de investimento para Famalicão

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Entre 2020 e 2021, o investimento do Estado em Famalicão na área da saúde ascenderá aos 3,6 milhões de euros. O valor foi avançado pelo secretário de Estado da Saúde, António Lacerda Sales, na conferência “Saíde em Portugal no Pós Pandemia”, promovida pelo Partido Socialista (PS) de Famalicão, na última segunda-feira.

Orador principal da referida conferência, Lacerda Sales referiu que, no concelho, “os investimentos a nível hospitalar e ao nível dos cuidados de saúde primários ascendem, no período 2020-21 a 3,6 milhões de euros”. Adiantou ainda que a verba inclui “a construção de duas novas unidades de cuidados primários e a reabilitação de outras duas, a iniciar em 2021, que estão previstas no Plano de Recuperação e Resiliência”.

Na conferência, que decorreu via digital, na página de Facebook do PS Famalicão, o governante sublinhou que o último ano representou um desfio enorme para o país e para o Serviço Nacional de Saúde (SNS), mas também considerou que a pandemia constitui uma “oportunidade um desafio para olharmos para a saúde como um investimento e não como uma despesa”, acrescentando que ao longo deste período o Governo foi realizando no SNS “verdadeiras reformas estruturais que vão ficar para o futuro”.

Em concreto Lacerda Sales referiu “a transição digital nos serviços de Saúde, o reforço da rede hospitalar ao nível das enfermarias e das Unidades de Cuidados Intensivos e a valorização dos recursos humanos”.

A este propósito, e no que diz respeito a Famalicão, salientou que no Centro Hospitalar do Médio Ave (CHMA) há hoje mais 178 profissionais do que a 31 de dezembro de 2015, entre os quais 22 médicos, 105 enfermeiros, 49 assistentes operacionais, o que corresponde a um aumento de cerca de 17% ao nível dos recursos humanos.

Quando ao futuro e ao pós pandemia, Lacerda Sales reconheceu que “há muito a fazer”, desde logo, “recuperar tudo aquilo que deixamos de fazer durante este tempo em que nos focalizamos na atividade Covid, nomeadamente, a atividade assistencial programada”, como as cirurgia. O secretário de Estado vincou também que é essencial “aproveitar bem” os fundos de Bruxelas do Plano de Recuperação e Resiliência, nomeadamente, “nas áreas dos cuidados primários, dos cuidados continuados e paliativos, da transição digital e da saúde mental, uma das grandes apostas deste Governo para qual temos 88 milhões para fazer investimento”.

Eduardo Oliveira apela a uma “saúde de proximidade”

Eduardo Oliveira, líder da Concelhia do PS de Famalicão, aproveitou a conferência para sensibilizar o membro do governo para a necessidade de Famalicão ter “mais serviços, mais valências, mais especialidades” na área da saúde “para servir a comunidade famalicense”.

O dirigente socialista reivindicou ainda mais e melhores equipamentos e uma “saúde de proximidade”, assumindo que esta é uma condição essencial para garantir qualidade de vida às populações.

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