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Já abriu o novo Centro de Recolha Animal de Famalicão

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O presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha inaugurou, na passada segunda-feira, o novo Centro de Recolha Oficial Animal (CROA) de Famalicão que veio substituir o canil municipal.

A nova valência correspondeu a um investimento superior a meio milhão de euros e pretende, segundo o edil famalicense, ser muito mais do que um centro de recolha de cães e gatos. “Queremos que seja colocada ao serviço do ‘cuidar o animal’, criando uma dinâmica de sensibilização, acolhimento, responsabilidade e dedicação animal”, referiu.

Depois, em declarações aos jornalistas, Paulo Cunha lembrou que a defesa dos animais foi um dos seguimentos do seu programa eleitoral de há quatro anos, considerando que é “uma das áreas onde o mandato se cumpre com superação”. “Conseguimos implementar medidas – como o parque para os animais ou as colónias de gatos; executamos diversas políticas ao nível da adoção, sensibilização e apoio na esterilização e vacinação; e construímos edifícios, como este Centro de Recolha que é um passo muito relevante para que possamos estar num patamar muito elevado dessas políticas de defesa animal”.  

O CROA está dividido em instalações individuais e de grupo, celas de quarentena e de ninhadas, enfermaria, armazéns, gabinete veterinário, zona de desinfeção e zona de recreio e atividade física para cães e gatos. É um espaço com condições para acolhimento e tratamento de animais errantes, mas que está também preparado para o desenvolvimento de ações educativas e de defesa animal.

Nesse aspeto, Paulo Cunha entende que cabe também à comunidade dar o seu contributo, embora reconheça que “há uma evolução assinalável na sensibilidade das pessoas para estas questões”, desde logo, pelo número de adoções, que chegam às 30 por mês. “É um número excelente, muito acima do que foi no passado, mas que ainda está abaixo daquilo que queremos que seja no futuro”, assinalou, lembrando ainda que o cuidado das pessoas em relação aos animais mede-se também no não abandono.

No CROA há muitos amigos de quatro patas que pode adotar e levar para casa, mas, caso não o possa fazer, também pode disponibilizar um pouco do seu tempo para estar com os animais que são recolhidos. “Temos um espaço fantástico, uma equipa fantástica, mas precisamos de gente para ajudar a passear os cães, ou dar-lhes a algum mimo e carinho”, aponta o vereador do pelouro da Defesa do Animal, Pedro Sena, adiantando que o fomento deste tipo de voluntariado é outro dos objetivos do CROA.

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