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Sociedade

Deputados do PSD reclamam do Governo obras na EB 2,3 Júlio Brandão

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O deputado famalicense Jorge Paulo Oliveira é o primeiro subscritor de um projeto de resolução que os deputados do PSD entregaram na Assembleia da República recomendando ao Governo a requalificação da escola EB 2,3 Júlio Brandão, em Famalicão.

Os deputados social-democratas, justificam a apresentação da iniciativa com o facto do edifício ter entrado em funcionamento no ano letivo de 1987/88, pelo que “as “mazelas” provocadas pela passagem do tempo e o modelo conceptual próprio da época da sua construção, não são consentâneas com a escola moderna e funcional dos tempos de hoje e às atuais exigências curriculares”.

Jorge Paulo Oliveira realça que a EB 2,3 Júlio Brandão, que já foi reconhecida pela Unesco como um exemplo a seguir na rentabilização e humanização dos espaços escolares, é, no município de Famalicão, “uma das quatro escolas sobre a alçada do Ministério da Educação a carecerem de obras”.

Tendo sido lançado do concurso público para a 2.ª fase das obras de melhoramento da EB2,3 de Ribeirão, sob a responsabilidade da Câmara Municipal na sequência de um acordo assinado com o Ministério da Educação, e tendo, muito recentemente, sido igualmente assinado um protocolo de cooperação para o projeto de intervenção na Escola Secundária de Joane, Jorge Paulo Oliveira diz que “chegou a vez da EB 2,3 Júlio Brandão”por ser aquela que “maiores necessidades apresenta em termos de intervenção no seu edificado”.

Assim, no projeto de resolução apresentado sexta-feira, o PSD recomenda ao Governo que, em “colaboração com a escola e os agentes educativos, projete e materialize uma intervenção profunda” naquela escola.  

Sociedade

Famalicão lança estratégia para a habitação e cria gabinete de apoio

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A Câmara de Famalicão estabeleceu um protocolo com a Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto (FAUP) com o objetivo de planear e colocar em prática uma estratégia de habitação global para o território.

A estratégia está assente no projeto “Habitar Famalicão” que se desdobra em várias ferramentas, desde logo, através da, já anunciada, plataforma online que reúne toda a informação sobre os programas de apoio à habitação existentes a nível nacional e municipal e que está alojada no portal oficial da autarquia.

Nesta plataforma é ainda possível solicitar um atendimento personalizado ajustado a cada tipo de problema. O atendimento é feito depois através do Gabinete de Apoio à população e de promoção de acesso à habitação condigna, que prevê duas vertentes principais de atuação: por um lado, prestar apoio técnico a inquilinos e proprietários, e, por outro lado, facilitar o contacto entre o tecido social e a equipa de planeamento, constituída por arquitetos e investigadores da FAUP.

O gabinete está a funcionar no departamento de ação social do município e as marcações podem ser feitas através da plataforma https://www.famalicao.pt/habitar-famalicao.

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Sociedade

Covid 19: Portugal ultrapassa os 4 mil casos diários e regista 33 mortos

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Portugal registou hoje 4.244 infetados por Covid 19, o número mais alto até ao momento, e 33 mortos, um dos números mais elevados de sempre em termos de mortalidade.

No total, estão contabilizados 132616 casos e 2428 mortes por covid-19 no país, desde que começou a pandemia.

Com 33 mortes em 24 horas, esta quinta-feira é o sétimo dia com mais mortalidade associada à covid-19.

Até ao momento 75.702 pessoas conseguiram recuperar, mais 1701 desde o último balanço.

O boletim da DGS regista ainda 1834 pessoas internadas (um aumento de 40 face ao dia anterior), das quais 269 em unidades de cuidados intensivos (mais sete).

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Sociedade

Pandemia: 81% dos portugueses defendem recolher obrigatório

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Oito em cada dez portugueses (81%) defendem a imposição de um recolher obrigatório, segundo uma sondagem da Aximage para o JN e a TSF.

Já os que defendem um novo confinamento estão em minoria (39%). A oposição a um fecho generalizado semelhante ao da primeira vaga da pandemia é maior entre os inquiridos que têm 65 ou mais anos (61%).

Ainda segundo esta sondagem, as festas e grandes ajuntamentos continuam a ser as situações em que os portugueses mais temem o contágio: são apontados por 81% (mais cinco pontos percentuais do que em julho).

Os transportes públicos estão logo a seguir, mas com uma ligeira redução relativamente a setembro: são apontados por 73% dos inquiridos, com destaque para as áreas metropolitanas do Porto e de Lisboa. Também os centros de saúde e hospitais são apontados como locais de risco por 47% de portugueses.

 No outro extremo da tabela estão as escolas qie, apesar dos casos que vão sendo noticiados, ainda são considerados locais seguros (só 4% discordam). 

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