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Sociedade

Covid 19: Portugal em estado de calamidade a partir da meia noite

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O Conselho de Ministros decretou hoje o aumento das restrições e determinou o Estado de Calamidade em Portugal. O anúncio foi feito por António Costa que referiu ainda oito medidas a entrar em vigor e destacou que a Covid-19 tem tido uma “evolução grave” no país. 

Assim, a partir das 24 horas de hoje, os ajuntamentos na via pública vão ser limitados a cinco pessoas e os eventos de natureza familiar que sejam marcados a partir de hoje, como casamentos e batizados, a 50 pessoas.

 Nas Universidades e nos Politécnicos, são “proibidos todos os festejos académicos e receções”. 

As forças de segurança e a ASAE terão um “reforço das ações de fiscalização” do cumprimento das regras na via pública e nos estabelecimentos de restauração e serão agravadas “até 10 mil euros” as coimas às empresas que “não assegurem o escrupuloso cumprimento das regras em vigor”.

O uso de máscara na via pública vai ser “recomendado vivamente a todos os cidadãos”, bem como a utilização da aplicação StayAway Covid.

Em oitavo lugar, vai ser apresentada à Assembleia da República uma proposta de lei a que solicitaremos uma tramitação de urgência para que seja imposta a obrigatoriedade de máscara na via pública e da app em contexto laboral e académico”.

Estas medidas visam, segundo o Primeiro-ministro “reforçar o sentido coletivo de prevenir a expansão da pandemia”.

Sociedade

Famalicão lança estratégia para a habitação e cria gabinete de apoio

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A Câmara de Famalicão estabeleceu um protocolo com a Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto (FAUP) com o objetivo de planear e colocar em prática uma estratégia de habitação global para o território.

A estratégia está assente no projeto “Habitar Famalicão” que se desdobra em várias ferramentas, desde logo, através da, já anunciada, plataforma online que reúne toda a informação sobre os programas de apoio à habitação existentes a nível nacional e municipal e que está alojada no portal oficial da autarquia.

Nesta plataforma é ainda possível solicitar um atendimento personalizado ajustado a cada tipo de problema. O atendimento é feito depois através do Gabinete de Apoio à população e de promoção de acesso à habitação condigna, que prevê duas vertentes principais de atuação: por um lado, prestar apoio técnico a inquilinos e proprietários, e, por outro lado, facilitar o contacto entre o tecido social e a equipa de planeamento, constituída por arquitetos e investigadores da FAUP.

O gabinete está a funcionar no departamento de ação social do município e as marcações podem ser feitas através da plataforma https://www.famalicao.pt/habitar-famalicao.

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Sociedade

Covid 19: Portugal ultrapassa os 4 mil casos diários e regista 33 mortos

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Portugal registou hoje 4.244 infetados por Covid 19, o número mais alto até ao momento, e 33 mortos, um dos números mais elevados de sempre em termos de mortalidade.

No total, estão contabilizados 132616 casos e 2428 mortes por covid-19 no país, desde que começou a pandemia.

Com 33 mortes em 24 horas, esta quinta-feira é o sétimo dia com mais mortalidade associada à covid-19.

Até ao momento 75.702 pessoas conseguiram recuperar, mais 1701 desde o último balanço.

O boletim da DGS regista ainda 1834 pessoas internadas (um aumento de 40 face ao dia anterior), das quais 269 em unidades de cuidados intensivos (mais sete).

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Sociedade

Pandemia: 81% dos portugueses defendem recolher obrigatório

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Oito em cada dez portugueses (81%) defendem a imposição de um recolher obrigatório, segundo uma sondagem da Aximage para o JN e a TSF.

Já os que defendem um novo confinamento estão em minoria (39%). A oposição a um fecho generalizado semelhante ao da primeira vaga da pandemia é maior entre os inquiridos que têm 65 ou mais anos (61%).

Ainda segundo esta sondagem, as festas e grandes ajuntamentos continuam a ser as situações em que os portugueses mais temem o contágio: são apontados por 81% (mais cinco pontos percentuais do que em julho).

Os transportes públicos estão logo a seguir, mas com uma ligeira redução relativamente a setembro: são apontados por 73% dos inquiridos, com destaque para as áreas metropolitanas do Porto e de Lisboa. Também os centros de saúde e hospitais são apontados como locais de risco por 47% de portugueses.

 No outro extremo da tabela estão as escolas qie, apesar dos casos que vão sendo noticiados, ainda são considerados locais seguros (só 4% discordam). 

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